O comandante-geral da Polícia Militar de Sergipe, coronel Marcony Cabral, recepcionou o subtenente José Luiz Vieira. De volta a Aracaju, após a conclusão do Curso de Operações de Choque, realizado no estado de Rondônia, o militar foi recebido na manhã desta terça-feira, 16, no Salão Nobre do Quartel Central. 

Durante o encontro, o coronel Marcony enalteceu a capacidade e a motivação do subtenente. “É com muita honra que recebemos esse profissional experiente que, com sua capacidade e persistência, concluiu com êxito o Curso de Operações de Choque. Certamente ele é motivo de orgulho para a Polícia Militar”. 

O comandante também comentou sobre a importância do intercâmbio com outras Forças de Segurança para a ampliação dos conhecimentos técnicos da Corporação. 

“Estou certo de que os conhecimentos adquiridos irão contribuir para a evolução profissional do policial militar, de maneira especifica, mas também devem proporcionar à tropa a oportunidade de absorver uma série de experiências, que serão repassadas pelo subtenente Luiz durante os cursos realizados no âmbito da PMSE”.  

O coronel Marcony Cabral finalizou agradecendo ao comando da Polícia Militar de Rondônia pela disponibilização de vagas para outras instituições coirmãs, bem como, ao secretário de Estado da Segurança Pública de Sergipe, João Eloy, pelo constante apoio à formação e à especialização dos profissionais da PMSE. 

O curso aconteceu entre os dias 1º de setembro e 23 de outubro. Na ocasião, 51 policiais militares oriundos de diversas corporações do Brasil iniciaram as atividades, mas somente 25 concluíram todas as etapas, entre eles o subtenente da Polícia Militar de Sergipe. 

“Temos a necessidade de formar operadores de Choque, habilitados para planejar, coordenar e operar na área. Por esse motivo, aceitei o desafio de me deslocar para o estado de Rondônia, com a aprovação do nosso comandante-geral, e concluir um curso extremamente difícil”, comentou.

Após 26 anos de serviços prestados à segurança pública dos sergipanos, o subtenente resolveu aumentar o seu currículo na área operacional, que já conta com os cursos de Caatinga e da Força Nacional, onde esteve à disposição durante as Olimpíadas realizadas no Rio de Janeiro, em 2016. 

“Para participar desse curso, como outros na parte operacional, é necessário que o operador tenha muita força de vontade. Ainda que fisicamente o policial esteja bem preparado, caso ele não trabalhe bem os fatores psicológicos, certamente desistirá, tendo em vista que o candidato é submetido a situações muito próximas da realidade. Eu precisei me superar, devido às dificuldades impostas pelos meus 46 anos de idade, mas a certeza dos meus objetivos, aliada ao apoio dos familiares e amigos, foi essencial para que eu concluísse o Curso de Operações de Choque da PM de Rondônia”, explicou. 

Última atualização em 16 de novembro de 2021 às 07:10:00.