O evento visou aprofundar o conhecimento da advocacia que atua na defesa dos interesses jurídicos da mulher em situação de violência de gênero

Nessa quarta-feira, 18, a Polícia Militar de Sergipe participou do Curso online “Assistência Jurídica às Mulheres em situação de Violência de Gênero. A corporação foi representada pela capitã Fabíola Góes, coordenadora de ações de enfrentamento à violência doméstica da PMSE (Ronda Maria da Penha), no evento virtual organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, com apoio da Escola Superior de Advocacia e do Instituto Brasileiro do Direito de Família.

O curso faz parte das atividades relativas ao Agosto Lilás, uma campanha nacional de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Nesse sentido, a capitã Fabíola Góes foi convidada para palestrar sobre o papel da Ronda Maria da Penha da PMSE, na Rede de Combate à Violência Doméstica e familiar, temática abordada no Módulo V do curso – Rede de Enfrentamento e Atendimento à mulher.

“Falar sobre a Ronda Maria da Penha e seu impacto na vida das mais de 400 mulheres, que são ou já foram assistidas pelo programa, é sempre motivo de muita felicidade e orgulho, ao mesmo tempo que me energiza e me fortalece a continuar na luta contra a violência de gênero, proporcionando que, cada vez mais, mulheres tenham direito a uma vida sem abusos e com autonomia. Por meio da Ronda Maria da Penha, a PMSE estende seu braço forte em apoio e proteção a mulher, para que saibam que não estão sozinhas e com o lema “Mulher, Essa Luta Também é Nossa” cumprimos nosso papel de levar segurança para quem mais precisa”. Ressaltou a capitã Fabíola.

O evento idealizado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher- OAB – visou aprofundar o conhecimento da advocacia que atua na defesa dos interesses jurídicos da mulher em situação de violência de gênero, proporcionando à classe uma visão crítica da condição da mulher, ampliando as dimensões da compreensão do conflito no âmbito doméstico ou fora dele.

“Apesar de a violência atingir qualquer classe social, voltamos este trabalho preferencialmente para capacitar a advocacia que trabalhe ou queira trabalhar, na assistência jurídica dativa às mulheres que não tenham condição de arcar com honorários advocatícios, tendo em vista o preconizado pela Lei Maria da Penha”. Afirmou a presidente da comissão, Adélia Pessoa.

Última atualização em 19 de agosto de 2021 às 03:59:40.